terça-feira, 21 de março de 2017

Vila de Caneças




Joaquim Falé

Rio de Vale de Nogueira

Rio de Vale de Vale de Nogueira, localizado ao lado da Fonte do Ouro (almacegas de lavar a roupa).
1974





Foto cedida por D.  Emilia dos Santos

Rio dos Campos, Caneças


Este era o único rio, com porta de resguardo para o vento, acompanhado de frios rigorosos dos Invernos dos anos 50


Foto cedida por D. Maria Teresa.

Fonte dos Passarinhos


Joaquim Falé

Fonte dos Passarinhos


Com a disposição ordenada das bilhas: aqui estariam já lavadas, esperando a vez de enchimento. 
Depois de cheias, seriam colocadas de forma semelhante, mas do lado esquerdo, por ser uma zona mais sombria.
Em cima, encontra-se a zona do pinhal, onde normalmente se faziam os piqueniques.
Mais acima, perto da estrada de Vale de Nogueira, encontrar-se-ia a respectiva mina de água, de configuração cilíndrica e cobertura em abobada arredondada.



António Luís Caldas

Fonte dos Castanheiros




Joaquim Falé

Carnaval




Caneças desfilando na Avenida da Liberdade em 1938.


Joaquim Falé

Local de onde partiam normalmente as excursões




As excursões eram organizadas, cuidadosamente, pelo Zé Descalço. A meio do caminho, dizia: " Um quarto de hora de paragem e pouca demoragem... ".
Mais tarde foi substituído pelo tio Joaquim Camarões, o que correspondia, sem duvida, aos anseios da população.

Anos 50/60


António Luís Caldas

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Fonte dos Castanheiros



"A Fonte dos Castanheiros foi fundada em 1931, obtendo logo de seguida uma licença de exploração que durará até 1960. O corpo avançado desta fonte, em estilo neo-romântico, apresenta três arcos de volta perfeita assentes em quatro colunas robustas, sendo ainda encimado por um frontão com três medalhões de embrechados. No interior das arcadas surgem mais embrechados, bem como uma composição de azulejos onde predominam motivos circulares e florais em azul e amarelo.
A água da Fonte de Castelo de Vide foi avaliada em 1842 mas, só em 1930, se procede à construção do espaço que, segundo se sabe, deverá ser da autoria do antigo proprietário Aniceto Paisana. Em 1932 inicia-se o processo de exploração da água, atividade que terá durado até 1977. A fonte, hoje em ruínas, encontra-se num edifício térreo cuja fachada é composta por quatro estruturas envidraçadas onde, ao centro, surge a porta de entrada com acesso às bicas implantadas num painel de embrechados."


Direção Geral do Património Cultural


sábado, 10 de dezembro de 2016

Fonte das Piçarras



"A Fonte das Piçarras que teve origem num poço verá, em 1898, ser concretizado um projeto em estilo neo-manuelino inspirado no Mosteiro dos Jerónimos, da autoria de António Mateus dos Santos. A estrutura corresponde a um corpo avançado constituído por arcos canopiais que alternam com arcos agudos assentando sobre colunas em espiral. Nos arcos existem pequenas gárgulas com cabeças felinas e, na parte superior, medalhões com motivos manuelinos. A rematar a arcaria surge uma platibanda com pináculos espiralados. No interior da fonte são de destacar os azulejos em alto-relevo com representações de índios, animais e plantas. "


Direção Geral do Património Cultural

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Fonte das Fontainhas





"A primeira das cinco fontes de Caneças localizadas na zona N/O do concelho de Odivelas, têm origem numa cavidade natural. Em 1842, a Sociedade Farmacêutica efetua uma primeira análise das águas confirmando a sua qualidade, dando origem a que a Câmara de Loures procedesse a obras, surgindo então, em 1910, a "Fonte das Fontaínhas". Em 1932, na sequência de uma nova campanha de obras, o local adquire o aspeto que tem hoje. Em 1938 a Direção Geral de Minas e Serviços Geológicos autoriza a sua exploração comercial mas, pouco depois, com o início da comercialização de outras águas e a canalização de água potável às casas de Lisboa e de Loures, observa-se o declínio das vendas.
Em termos construtivos a fonte encontra-se envolvida por dois muros de pedra à vista, onde, ao fundo, se abre um arco de volta perfeita, encimado por uma placa com o nome "Fontaínhas" e por um modesto painel de embrechados de vidro coloriso com a representação de uma bilha associado à inscrição: "Caneças, 1910". É no interior deste arco que se encontra a bica. No exterior encontram-se 9 painéis de azulejos de Eduarda Filhó, datados de 1997, alusivos às profissões da época. "

Direção Geral do Património Cultural

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Fonte dos Passarinhos

"Situada a meia encosta da Serra de Caneças, a Fonte dos Passarinhos foi construída nos finais de 1933, possuindo um corpo avançado composto por três arcos de volta perfeita, sustentados por quatro colunas, com a pedra de fecho saliente, encimado por um frontão bastante recortado e decorado com embrechados. A decoração do interior é idêntica, associando-se um friso azulejar com motivos de grotesco. Além da fonte existe, à entrada do recinto, um pequeno edifício (escritório) cuja fachada é profusamente decorada com embrechados. "


Direcção Geral do Património Cultural