quinta-feira, 16 de março de 2017
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017
sexta-feira, 13 de janeiro de 2017
Fonte dos Castanheiros
"A Fonte dos Castanheiros foi fundada em 1931, obtendo logo de seguida uma licença de exploração que durará até 1960. O corpo avançado desta fonte, em estilo neo-romântico, apresenta três arcos de volta perfeita assentes em quatro colunas robustas, sendo ainda encimado por um frontão com três medalhões de embrechados. No interior das arcadas surgem mais embrechados, bem como uma composição de azulejos onde predominam motivos circulares e florais em azul e amarelo.
A água da Fonte de Castelo de Vide foi avaliada em 1842 mas, só em 1930, se procede à construção do espaço que, segundo se sabe, deverá ser da autoria do antigo proprietário Aniceto Paisana. Em 1932 inicia-se o processo de exploração da água, atividade que terá durado até 1977. A fonte, hoje em ruínas, encontra-se num edifício térreo cuja fachada é composta por quatro estruturas envidraçadas onde, ao centro, surge a porta de entrada com acesso às bicas implantadas num painel de embrechados."
Direção Geral do Património Cultural
sábado, 10 de dezembro de 2016
Fonte das Piçarras
"A Fonte das Piçarras que teve origem num poço verá, em 1898, ser concretizado um projeto em estilo neo-manuelino inspirado no Mosteiro dos Jerónimos, da autoria de António Mateus dos Santos. A estrutura corresponde a um corpo avançado constituído por arcos canopiais que alternam com arcos agudos assentando sobre colunas em espiral. Nos arcos existem pequenas gárgulas com cabeças felinas e, na parte superior, medalhões com motivos manuelinos. A rematar a arcaria surge uma platibanda com pináculos espiralados. No interior da fonte são de destacar os azulejos em alto-relevo com representações de índios, animais e plantas. "
Direção Geral do Património Cultural
quarta-feira, 2 de novembro de 2016
Fonte das Fontainhas
"A primeira das cinco fontes de Caneças localizadas na zona N/O do concelho de Odivelas, têm origem numa cavidade natural. Em 1842, a Sociedade Farmacêutica efetua uma primeira análise das águas confirmando a sua qualidade, dando origem a que a Câmara de Loures procedesse a obras, surgindo então, em 1910, a "Fonte das Fontaínhas". Em 1932, na sequência de uma nova campanha de obras, o local adquire o aspeto que tem hoje. Em 1938 a Direção Geral de Minas e Serviços Geológicos autoriza a sua exploração comercial mas, pouco depois, com o início da comercialização de outras águas e a canalização de água potável às casas de Lisboa e de Loures, observa-se o declínio das vendas.
Em termos construtivos a fonte encontra-se envolvida por dois muros de pedra à vista, onde, ao fundo, se abre um arco de volta perfeita, encimado por uma placa com o nome "Fontaínhas" e por um modesto painel de embrechados de vidro coloriso com a representação de uma bilha associado à inscrição: "Caneças, 1910". É no interior deste arco que se encontra a bica. No exterior encontram-se 9 painéis de azulejos de Eduarda Filhó, datados de 1997, alusivos às profissões da época. "
Direção Geral do Património Cultural
sexta-feira, 14 de outubro de 2016
Fonte dos Passarinhos
"Situada a meia encosta da Serra de Caneças, a Fonte dos Passarinhos foi construída nos finais de 1933, possuindo um corpo avançado composto por três arcos de volta perfeita, sustentados por quatro colunas, com a pedra de fecho saliente, encimado por um frontão bastante recortado e decorado com embrechados. A decoração do interior é idêntica, associando-se um friso azulejar com motivos de grotesco. Além da fonte existe, à entrada do recinto, um pequeno edifício (escritório) cuja fachada é profusamente decorada com embrechados. "
Direcção Geral do Património Cultural
quinta-feira, 14 de julho de 2016
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